O Vila Nova foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar aproximadamente R$ 1 milhão ao goleiro Maurício Kozlinski por direitos trabalhistas, premiações e questões contratuais referentes ao período em que o atleta atuou pelo clube em 2025. A decisão, ainda passível de recurso, atende a uma ação movida pelo jogador, atualmente no Londrina. O valor engloba pendências salariais e reconhecimento de gratificações que não teriam sido quitadas integralmente durante a vigência do contrato.
Origem da disputa trabalhista
A cobrança surgiu de valores acumulados ao longo da temporada em que Kozlinski defendeu o Vila Nova. O processo judicial analisou contratos, pagamentos de premiações e obrigações previstas em lei para atletas profissionais. Até o momento, o clube não informou se recorrerá da sentença, mantendo em sigilo eventuais estratégias jurídicas para reverter ou reduzir o montante.
A Justiça reconheceu direitos relacionados ao vínculo empregatício, o que reforça a necessidade de clubes seguirem rigorosamente as normas trabalhistas no futebol brasileiro. O caso chama atenção por envolver um atleta que, mesmo com limitações físicas iniciais, recebeu suporte médico completo por parte da agremiação goiana.
Posicionamento do vice-presidente
O vice-presidente Hugo Jorge Bravo destacou o acolhimento oferecido ao goleiro em momento delicado da carreira. Ele ressaltou que o clube forneceu estrutura médica e suporte para a recuperação do atleta, permitindo seu retorno ao alto rendimento.
Ele chegou ao Vila já com um problema físico importante. O clube cuidou dele, deu toda a estrutura médica, suporte, recuperação e respaldo necessário para que ele pudesse voltar a jogar em alto nível
Hugo Jorge Bravo
Bravo também mencionou que premiações foram pagas de forma equivalente às de titulares, independentemente da condição de reserva do jogador. Segundo o dirigente, o tratamento refletia o reconhecimento da importância de Kozlinski dentro do grupo, mesmo sem atuar como titular fixo.
Mesmo sem estar atuando como titular naquele momento, o Vila tratou o atleta com respeito e reconhecimento. Ele recebeu premiações equivalentes às dos jogadores titulares, porque entendíamos a importância dele dentro do grupo
Hugo Jorge Bravo
O dirigente finalizou afirmando que o clube agiu com responsabilidade e que faltou reconhecimento por parte do atleta em relação ao suporte recebido. A declaração reforça a versão do Vila Nova sobre o episódio e pode servir como base para eventuais negociações ou recursos futuros.


