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Goiás celebra baixa taxa de lesões musculares no início da temporada 2026

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No início da temporada 2026, o Goiás Esporte Clube celebra um baixo índice de lesões musculares, com apenas um caso registrado em aproximadamente quatro meses. O médico Bruno Favaron atribui o sucesso ao trabalho integrado do Departamento de Saúde e Performance, que envolve fisiologia, fisioterapia, preparação física e medicina. Essa abordagem tem sido crucial para prevenir sobrecargas, especialmente em uma pré-temporada mais curta devido ao calendário antecipado.

Trabalho integrado e prevenção de lesões

O Departamento de Saúde e Performance do Goiás implementou uma gestão de cargas individualizada, utilizando dados de GPS e questionários diários para monitorar cada atleta. Essa estratégia permite ajustes personalizados, considerando o biotipo e o ritmo de cada jogador. Como resultado, o time evitou lesões por sobrecarga, destacando a eficiência da prevenção.

Esse início de ano tem sido bastante positivo para nós. Tivemos pouquíssimas lesões, principalmente as musculares, que são aquelas por sobrecarga ou ajuste de treinos.

Bruno Favaron

A chegada de um gestor para integrar os setores foi fundamental. Favaron enfatiza que a prevenção é o foco principal, com a parte médica atuando apenas quando necessário. Esse modelo colaborativo tem minimizado riscos, mesmo com o calendário apertado.

Nós tivemos a chegada de um gestor importante para integrar os setores de fisiologia, fisioterapia, preparação física e parte médica. Isso tem sido fundamental para a prevenção de lesões, que é o ponto mais importante.

Bruno Favaron

Casos específicos e recuperações

Até 31 de março de 2026, o único caso de lesão muscular foi o do jogador Gegê. Outros atletas, como Lucas Ribeiro, com problema no joelho, e os volantes Lucas Rodrigues e Lourenço, se recuperaram de traumas e já foram liberados. Essas evoluções positivas reforçam a efetividade do controle individualizado.

Nós só tivemos um caso de lesão muscular nesse período, que foi o Gegê. Isso mostra como o trabalho de prevenção tem sido eficiente.

Bruno Favaron

A análise individualizada, baseada em dados objetivos, permite que o técnico Daniel Paulista conte com um elenco mais saudável. Favaron destaca que a preparação física e a fisiologia são chaves para evitar que lesões cheguem à fase médica.

É uma análise individualizada, baseada em dados de GPS e questionários diários. Cada atleta tem um biotipo e um ritmo, então o trabalho é todo ajustado para isso.

Bruno Favaron

Desafios da temporada e perspectivas

A pré-temporada mais curta representou um desafio, mas o foco na integração e no ajuste de cargas mitigou os impactos. O Goiás se prepara agora para o jogo contra o Londrina, marcado para 1º de abril de 2026, às 19 horas, fora de casa. Com o elenco em boa forma, o time visa manter o ritmo positivo.

A parte médica fica no final da linha, quando a lesão já aconteceu. Por isso, esse sucesso passa muito pela preparação física e pela fisiologia, que fazem esse controle de carga e evitam que o problema aconteça.

Bruno Favaron

Atletas como Lucas Ribeiro, Lucas Rodrigues e Lourenço exemplificam o sucesso das recuperações. Favaron nota que todos evoluíram bem, contribuindo para a estabilidade do grupo.

Tivemos jogadores que estavam fora por traumas, como o Lucas Ribeiro, no joelho, e os volantes Lucas Rodrigues e Lourenço, em situações diferentes. Todos evoluíram bem no tratamento e já estão sendo liberados.

Bruno Favaron

Impacto no desempenho do time

O baixo número de lesões musculares permite que o Goiás Esporte Clube mantenha consistência nos treinamentos e jogos. Essa estabilidade é vital para o desempenho na temporada 2026, especialmente com partidas intensas à frente. O trabalho do Departamento de Saúde e Performance continua a ser monitorado para sustentar esses resultados positivos.

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